Fluxo de ouro para os Estados Unidos bate recorde

Esse é realmente um acontecimento marcante e vale a pena ser mencionado. Além do mais, nenhum veículo de comunicação anunciou – por isso mesmo achamos importante fazê-lo. Para quem acompanha o mercado de ouro ou lê esse blog, o movimento do ouro é claro: Ocidente para Oriente, bem grosso modo, dos EUA para a China. Esse movimento, de certa forma, evitou q o ouro disparasse, já que temos um comprador grande e um vendedor grande. O dia que o vendedor diminuir ou parar de vender, esse mercado pode explodir. Agora, imagine se o maior vendedor também se tornar um grande comprador. Praticamente não haverá limites para onde o ouro físico pode ir e certamente não existirá metal para muita gente que chegar tarde à festa. Esse ano está sendo cheio de surpresas (Brexit, “golpe” na Turquia, impeachment no Brasil, péssimos números vindos dos EUA, alavancagem ainda maior da China, estímulos sem limite na Europa e principalmente no Japão, Estado Islâmico, guerras na fronteira da Rússia, atentados terroristas semanais na Europa, tensão no mar do sula da China, etc), mas a maior de todas, para quem acompanha o mercado de ouro, é saber que os EUA finalmente se tornaram compradores. Foi o q aconteceu em maio – nós não sentimos isso aqui no Brasil porque o dólar caiu, ou seja, tivemos um bônus para poder comprar mais metal pelo mesmo preço. O chocante dessa notícia é que esse movimento de compra dos EUA não acontecia há décadas. A Suíça exportou para os EUA 50 vezes mais ouro em maio do que na média dos meses desde 2015: A pergunta que fica é a seguinte: por quê essa mudança e ainda tão brusca? Sinceramente, não sabemos. Mas acreditamos que algo grande pode estar por trás desse acontecimento. Vamos monitorar a situação com bastante atenção e reportar assim que tivermos mais notícias. Sabemos que grandes nomes estão comprando ouro e muito ouro: George Soros, Kyle Bass, Druckenmiller, Carl Icahn, etc. Será que mais americanos estão entrando nessa? Isso certamente seria um “game changer”. Como já dissemos várias vezes, é melhor estar anos adiantado do que 1 minuto...

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First semester 2016

The first semester of 2016 was remarkably turbulent and we expect the volatility to stay high and possibly even increase by year’s end. The markets are ignoring the existing risks, simply because they are counting on price manipulation by the Central Banks (CB). Unfortunately, by holding stock prices up, the bureaucrat professors in charge of the CBs are postponing the inevitable and making the consequences even worse and perverse. The best recent example was the Brexit – it was a big surprise for the markets, made the pound sterling plunge and dragged the global stock indexes along with it. How did the CBs respond to it? They promised what they always do: more liquidity, more bond purchases and interest rate cuts. Result: the indexes bounced back and completely ignored one of the most important events of the 21st century, as if it was nothing to worry about. We are going to list the most obvious potential problems that investors are ignoring – of course, these are the known ones. There could be a “black swan”, which would make the entire situation even worse. • Countries’ leverage Countries’ indebtedness has reached very high levels as measured by Debt-to-GDP, especially in ones whose economies are stagnated or recessive, such as Japan (229%), Italy (133%) and the Eurozone (90%). The very leader of this rank, Japan, uses 41% of its tax revenue just to serve its enormous debt (bear in mind that interest rates there are zerobound). • Elections in the USA The prognosis for the American future isn’t very exciting. Besides their innumerous problems that are always brought up in this blog (ZIRP, slow growth, high unemployment rate, high asset prices, etc.), this year is an election year and the candidates aren’t exactly the best ones in our opinion. • Zero and even negative interest rates in many parts of the world. The total amount of government debt yielding negative interest rates is increasing and had reached USD11.7 trillion last month, nearly twice as much as the amount in the beginning of the year. We consider the idea of investing in a bond, holding it until maturity with the certainty of getting less money than what was initially invested as inconceivable. • Frightening corporate leverage. The corporations took advantage of the extremely low interest rate to take on a lot of debt. Instead of investing in innovation, research, development and expansion, the executive officers decided to do buybacks, busting their own bonus, but clearly putting the company in jeopardy. As soon as the money authorities are obliged by the markets to increase interest rates, the companies’ capital structure will be compromised and they will no longer be competitive. On top of that, these companies will have to issue shares to serve the debt and correct operational weaknesses, at the very moment that investors are also selling their positions, sending the stock prices further down. • Bank crisis in Europe (mainly in Italy). Italy is responsible for less than 10% of Europe’s GDP, but it is responsible for almost 1/3 of the NPL’s of the entire Euro area. The vulnerability of the European banking system is quite evident. • A possible (and probable) debasement of the Chinese currency Big investors like George Soros and Kyle Bass have already pointed out what seems to be the trade of the year: the impossibility of China to keep the Yuan pegged to the USD. Last year, when China debased its currency by a little more than 2%, the markets melt down. That makes us wonder what would happen in case of a big devaluation. •...

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Resultado Trimestral

Tivemos mais um bom trimestre, com nosso fundo multimercado subindo 4,8% no período – ou, como alguns preferem, com uma rentabilidade de 171% do CDI. Na nossa opinião, a tão falada crise ainda nem começou. Ainda veremos muitas demissões e perda do poder de compra da população, o que poderá trazer ainda mais volatilidade aos mercados. Não achamos que está na hora de investir e que uma janela melhor para fazê-lo ainda não se abriu. Cautela nesse momento é essencial. Nossa função esse ano é preservar o patrimônio. Acreditamos que quem adotar a estratégia de tentar adivinhar as altas e baixas pode estar suscetível a uma brusca variação no seu patrimônio, ou, como dizemos, é o equivalente a catar moedinhas à frente de um trator – se tudo der certo, se ganha algumas moedas, o que não fará diferença substancial no poder de compra. No entanto, se algo der errado, as consequências serão desastrosas. A relação risco x retorno simplesmente não compensa. O mercado mundial apresenta uma volatilidade notável: 22 cortes de juros pelos Bancos Centrais esse ano (o Brasil é uma exceção); a Suíça acabou com o “peg” do euro, fazendo com que uma moeda extremamente estável oscilasse quase 30% em um dia (não vemos isso nem em países emergentes, quanto mais na Suíça) para fechar o trimestre apenas 2,2% acima do dólar. Alguns países da Europa já têm taxas de juros negativas e há uma enorme bolha na China e acreditamos que seu crescimento não seja nem perto dos 7%, nos quais o mercado acredita (o que leva alguns a especular que virá um QE chinês). O mercado dos EUA também vive uma bolha espetacular, fomentada pela baixa taxa de juros e sucessivos QEs. É iminente, ainda,  a possibilidade de guerra na Ucrânia e no Iêmen, foram vários os ataques do Estado Islâmico, e houve o início do tão esperado QE Europeu – que já derrubou o euro ao menor nível em anos. Além disso, não há crescimento no Japão (apesar do QE japonês) e os preços do petróleo despencaram etc. Continuamos investindo em ouro e em metais preciosos e recomendamos aos nossos clientes que façam o mesmo. É importante ter uma pequena parte do patrimônio em metais preciosos, já que eles representam uma proteção contra a insanidade dos Bancos...

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