End of the Year Newsletter

As usual, I would like to begin this letter thanking all our partners for the support and trust and our employees for the excellent year we had. Despite all the challenges in 2018 – perhaps the most complex year of the last 10 – L2 Capital has managed to grow and reach new heights. This year we started our first international fund, the L2 International Opportunities Fund. The goal, as the name itself already suggests, is to look for opportunities in the marketplace to deliver capital gains in the medium and long term. We always look for assets that are being traded at a value well below their intrinsic value (in the case of longs) or too high (for shorts) to make high conviction allocations. The great opportunity of the moment, according to our models, is in the uranium sector, in which we have focused and conducted a thorough due diligence. We expect strong returns on this investment and we will report every 3 months to our partners. As always, I will make my only prediction for the new year: all analysts, economists and strategists will miss the predictions for this coming year. Last year, experts predicted Brazilian GDP growth in 2018 of 2.68% and it will be at around 1.4%. The exchange rate, which was to stay at 3.32, ended the period close to 4. We will not get any specific bank or brokerage report, but according to the Focus report, which meets the median of expectations, for 2019 it is projected an inflation rate of 4.03%, dollar to 3.80 and GDP growth of 2.55%. We will follow the development in a year’s time. Once again, we managed to deliver good results in our international portfolios, our investment focus. The average portfolio rose about 8% this year – far short of what we have been delivering in recent years, but still a far superior result than most players on the market. We suffered a little towards the end of the year because of our exposure to uranium, which we will mention later. On the Brazilian side, we had an important election in 2018 with the victory of candidate Jair Bolsonaro. Among other proposals, Bolsonaro has brought a leading economist to become the Finance Ministry, and the market is awaiting major reforms, including the pension reform, which is of major importance and urgency. We will be happy if a real pension reform is approved and we believe it is of real value for the country. Without it, the debt-to-GDP ratio will explode, generating serious negative repercussions on the economy. Of course we are excited about the new government and the proposals being discussed, but we believe that the market is partially pricing this reform and we think it prudent to wait a little longer. There was some renewal in Congress, but not to the point of inspiring full confidence in the adoption of measures that are essential to fiscal rebalancing and the resumption of growth. Moreover, Brazil is part of a globalized world and risks from other places can – and normally do – reach these shores. Our decision to take the foot off the accelerator at the end of last year and start stepping lightly on the brakes proved to be right, and we were able to deliver good results on the international front. Most of the investments made this year were concentrated in the uranium sector, and despite a significant 40% increase in the price of the commodity since the lows in 2018, many stocks in which we invested rose but returned the gains at the end...

read more

Australia Trading Journal – Part 6

Since our last update, on June 5th, we kept our NCM position without selling calls, as we expected gold prices to go higher. Our expectations were confirmed and the metal price rose nearly 10% in less than a month in USD. NCM shares have risen by 28% since we bought them on May 09th. We decided to write more covered calls: Trade Sell (Call) Security: NCMGZ7 Price (AUD):1.11 Date: July 12th Strike (AUD): 26.50 Expiration date: July 28th In case of being exercised on this option, we expect to get a 36% return in less than 3 months. If the option expires worthless, we may have to analyze markets conditions to decide whether to sell more calls or to simply carry the shares, as we did last month. We will be releasing a new report as soon as we decide to do any other moves regarding this...

read more

Bolha Chinesa

Relatórios ainda mostram uma economia chinesa forte e pujante. Infelizmente, não é isso que enxergamos. Como já vimos mostrando desde 2013, a situação chinesa é bem diferente do que mostram as estatísticas e os dados do PIB. Como Li Keqiang, vice Premiê da China, admitiu em 2007, não devemos confiar nos dados da economia chinesa, com exceção dos de consumo de eletricidade, de volume de carga transportada por ferrovia e de empréstimos bancários. Então, vamos dar uma olhadinha nesses números, a começar pelo consumo de eletricidade: Não nos parece um país em franco crescimento. Se olharmos, então, para o volume de carga transportada por ferrovia, o problema fica ainda maior: Por último, nos restam os empréstimos bancários. Esses sim estão em plena ascensão, o que tampouco é motivo para comemorações. Enquanto a economia da China cresceu US$4 trilhões nos últimos anos, o volume de empréstimos bancários (sem contar o shadow-banking, que é gigantesco) disparou para US$17 trilhões. Como já apontamos no começo desse ano, a bolha chinesa estava prestes a estourar – vide gráfico abaixo (from zerohedge): Não deveria ser uma surpresa para ninguém o que está acontecendo nas Bolsas desse país (quedas superiores a 30% nas últimas três semanas). Para tentar mitigar essa queda e voltar com o bull market, o governo chinês está fazendo de tudo: diminuiu o compulsório, diminuiu a taxa de juros, diminuiu o valor das comissões, proibiu novos IPOs de virem a mercado (restringindo, assim, a oferta), proibiu fundos de pensão de vender suas ações e, por fim, criaram um fundo de quase US$50 bilhões para comprar ações. Já vamos dizer de antemão que isso não vai funcionar. Nunca funcionou nem nunca funcionará. Para uma capitalização bursátil de cerca de US$8 trilhões, US$50 bilhões não é nada. Toda manipulação acaba um dia e é melhor acabar cedo do que tarde. Estamos vendo riscos em todos os lugares do mundo e, na nossa visão, é necessário diversificar e ter uma parte do portfolio em ativos reais. Ouro e prata físicos continuam no topo da nossa...

read more

Carta Semestral aos Cotistas

Prezado cotista, É importante fazer uma revisão dos acontecimentos desse primeiro semestre de 2015 e também falar um pouco sobre a nossa expectativa para o restante do ano. Dentre os principais acontecimentos, a maioria foi negativa. Apesar disso, se olharmos somente para as Bolsas de Valores, teremos impressão de que tudo foi tranquilo e que as economias estão indo bem. Começamos com o segundo mandato da presidente Dilma. Com ele, vieram supostos cortes de gastos e uma série de aumentos de impostos e tarifas reais (energia, água, transporte, pedágios, etc). Para não dizer que algo ruim não pode piorar, tivemos – e ainda temos – o risco de apagão no país, com a falta de chuvas (“ainda bem” que o país realmente não está crescendo, senão certamente iríamos ter um apagão). Claro, como as contas brasileiras não melhoram, os déficits aumentam, assim como as taxas de juros e o país ainda sofre com uma possível perda de rating pelas agências de risco –  o mercado já rebaixou o Brasil, mas as agências ainda não… Com as taxas de juros altas, setores como consumo e moradia sofrem bastante. Isso vai se retroalimentando, piorando ainda mais a situação do país. No front europeu, finalmente em 2015 começou o tão esperado QE (Quantitative Easing) – ou, como é mais conhecido, impressão desenfreada de dinheiro. A esperança era de que esse QE fosse trazer prosperidade à Europa. Como já havíamos previsto, tal prosperidade não veio e será ainda mais atrasada por causa desse QE, que tem consequências drásticas na economia dos países. Como dizia Albert Einstein, loucura é fazer a mesma coisa várias vezes e esperar resultados diferentes. Pois o BCE (Banco Central Europeu) fez a mesma coisa que o Japão vem fazendo há décadas e que os EUA começaram após a crise de 2008, na esperança de que “dessa vez funcione”. Sentimos desapontá-los, mas é muito óbvio que não funcionará, assim como não funcionou nos EUA ou no Japão. Se a impressão de dinheiro e juros baixos funcionasse, os EUA já teriam saído da crise há anos, assim como o Japão. Infelizmente, o que esses programas realmente fazem é aumentar as desigualdades sociais e postergar um crash (que será muito pior no futuro). O que o mundo realmente precisa é de juros altos e dinheiro com valor, exatamente o contrário do que estamos vivenciando. E, já que mencionamos os EUA, what a surprise!!! Não houve aumento nas taxas de juros desse país em junho. Estamos dizendo isso há anos, não há como aumentar as taxas, já que a economia não está se recuperando (nem vai se recuperar com juros zero, como mencionamos acima). É importante ressaltar que há 2 anos, era certa a subida de juros no meio de 2014; depois passou para o terceiro trimestre de 2014, depois para o final do ano; depois para o primeiro trimestre de 2015; em seguida, o segundo trimestre de 2015. Agora já se fala em setembro ou no final desse ano. Incrível a capacidade das pessoas de  se auto enganarem. Obviamente, não estamos defendendo a política de juros zero e QE, muito pelo contrário, mas achamos que o FED não vai subir os juros (e se o fizer, será muito pouco e de forma muito gradativa) por um bom tempo. Aproveitando o gancho dos EUA e também a vontade das pessoas de se auto enganarem, é importante mencionar o tão esperado acordo nuclear entre EUA e Irã. Mais uma vez, não houve compromisso e acreditamos que essa história ainda vai se prolongar por um bom tempo. Também tivemos a prorrogação do semi-conflito entre Rússia...

read more

China Bubble

Um update na situação desde que levantamos a hipótese de bolha na China, no nosso post de 9 de abril de 2015…

read more

US Manufacturing PMI

O Índice US Manufacturing PMI caiu novamente em junho para o menor nível desde 2013, a 53.4, contra uma expectativa de 54.1. Mais uma decepção e mais um dado aquém do esperado. Acreditamos que esse número, juntamente com os outros anteriores a ele, mostra uma melhora com relação ao primeiro trimestre, mas uma desaceleração antes do começo do terceiro trimestre. Mais algumas decepções como essa e poderemos ver o FED manter a taxa de juros em zero até 2016. Se as decepções vierem ainda maiores, poderemos ver uma volta do QE. Parte dessa desaceleração vem da alta do dólar, que está punindo os exportadores. Esse relatório nos leva a crer que as empresas devem diminuir o ritmo das contratações para adequar seus...

read more