Entrevista ao Cenário Econômico

Entrevista concedida ao programa Cenário Econômico na TV Brasil na sede da Bolsa de Valores de São Paulo, em que falo sobre a bolha generalizada nos ativos mundiais: http://www.info4.com.br/ver/exibir.html?Yw=MTU3OQ&YQ=MTU3OQ&bQ=MTY2Mzc1NA&bA=MTY2Mzc1NA&b3JpZ2Vt=cGNvbnRybw&bm9tZQ=KEF1dG8pIFRWIE5vdO1jaWFz 

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Artigo Estadão: Da Filadélfia para o Brasil, a Black Friday é um indicador da economia

Está chegando o feriado de Ação de Graças nos EUA, um dos feriados mais esperados e populares naquele país. Temos muito o que dar graças, sem dúvida, mas o que nos interessa nesse artigo é o dia seguinte, ou Black Friday. O termo foi cunhado na Filadélfia há muitos anos, quando os lojistas tentaram emplacar o Big Friday. Como a confusão era muita, os policiais que tomavam conta das ruas apelidaram a data de Black Friday e, sem mais, o termo pegou. A Black Friday se popularizou na década de 90. Hoje, é considerada a mais importante data de vendas no varejo nos EUA e o começo da estação de compras até o Natal. Para as varejistas, essa é a data mais importante do ano. Esse ano, a expectativa de vendas pela internet é de 3.52 bilhões de dólares, uma alta de 5.4% sobre a mesma data do ano passado. Para investidores, essa data também é muito importante e vamos acompanhar de perto as vendas de gigantes como Amazon, Wal Mart e Target – as campeãs de vendas no período. A venda de eletrônicos, especificamente, também é interessante. É bom ficar de olho nas vendas de tablets e celulares. Para os consumidores, Black Friday possui várias vantagens. Além da mais óbvia, o preço, podemos citar também a possibilidade do consumidor conseguir o produto desejado há tempo, a escolha do modelo e a garantia de obter o produto antes que ele esgote (se for o caso). É bom se preparar física e psicologicamente para essa data, já que incidentes (e casos bem peculiares) são comuns nesse dia. Para os lojistas, o dia é crucial. É ele que define como serão as vendas de final de ano, o período mais rentável do negócio. Claro, é também uma boa oportunidade para os lojistas se livrarem de boa parte dos estoques. Um dia de vendas fracas não somente impacta a maneira como os consumidores veem o negócio, mas também impacta o valor das ações das empresas na Bolsa. Os analistas também acompanham de perto o feriado. Usam a data para prever as vendas de Natal e, consequentemente, atualizar seus modelos, o que implica um valuation maior ou menor para as empresas. Se os analistas acreditarem que uma empresa em particular não teve um bom dia no Black Friday, certamente o otimismo ficará abalado com relação às vendas de final de ano. Dessa maneira, o Black Friday é usado (com bastante eficácia) como um leading indicator. Alguns economistas, especialmente os Keynesianos, que acreditam que aumento nos gastos é saudável e importante para a economia, acompanham de perto os números dos varejistas no Black Friday. Em 2015, por exemplo, as ações do Wal Mart, Nordstrom, Macy´s and Kohl caíram na segunda-feira, após um Black Friday não tão empolgante. Apesar de importante para o setor varejista, o Black Friday não se provou como um bom indicador para o mercado acionário como um todo. Um estudo conduzido por Mark Hulbert concluiu que há baixa correlação entre o que acontece durante o Black Friday e o comportamento das Bolsas de Valores. Até mesmo porque muitos compradores, querendo evitar a confusão (e que confusão; há episódios de pessoas sendo esmagadas na multidão, briga por mercadoria, incluindo tiros e uso de spray de pimenta), resolvem comprar na segunda-feira, ou Cyber Monday, que também se popularizou nos últimos anos. Na verdade, o contrário vem ocorrendo nos últimos anos: quando as ações sobem na sexta e na segunda, elas caem até o final do ano. Assim, podemos acessar o Black Friday como um excelente termômetro para o setor varejista, mas um ineficaz...

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Entrevista à rádio CBN-Brasil

http://m.cbn.globoradio.globo.com/editorias/economia/2017/11/13/GIGANTE-DOS-ALIMENTOS-MANIPULA-CONTABILIDADE-PARA-MELHORAR-DESEMPENHO-FINANCEIRO.htm

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BBFI – encerrando a posição

No dia 16 de março de 2017, iniciamos a recomendação do Fundo Imobiliário BBFI, a um preço de R$2.540. Estamos encerrando a posição hoje, com um ganho superior a 24% na recomendação. Fomos um dos primeiros a ver a atratividade do setor e achamos que o risco para se investir no BBFI era baixo e o potencial retorno era alto. Como somos value investors, aproveitamos o baixo preço e alta rentabilidade oferecida, já que os fundos imobiliários pagam proventos isentos de IR todo mês, para montar uma posição naquela data. No momento, estamos querendo fazer um pouco de caixa, que deixamos alocado em LFTs, para aproveitar possíveis barganhas que encontraremos à...

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Entrevista à Revista Istoé Dinheiro

https://www.istoedinheiro.com.br/aposta-na-tempestade/

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DCI: Estaria o mercado de ações…

Terça-feira, 17 de outubro de 2017 Liliana Lavoratti – Editora-Fechamento   Estaria o mercado de ações… Ampliando o coro dos estraga-prazeres, o vencedor do Prêmio Nobel de Economia, Richard Thaler, disse: “Parece que estamos vivendo o momento mais arriscado de nossas vidas, e, ainda assim, o mercado de ações parece estar cochilando. Eu admito não entender isso”. O gestor financeiro Marcelo López, da L2 Capital Parteners, lembra que Robert Shiller, outro vencedor do Nobel, já diz isso há algum tempo. “Seu famoso índice, o Shiller CAPE Ratio, aponta como o terceiro maior da história, só atrás das bolhas de 1929 e 2000”, diz Marcelo López. …cochilando? “A volatilidade está subjugada e os mercados vêm batendo recordes atrás de recordes”, afirma Marcelo López. Não só as ações não estão baratas, como também os riscos só aumentam, com potenciais conflitos na Coréia do Norte, atentados terroristas pela Europa, bancos com enormes problemas na Europa Mediterrânea,  além de bonds nas máximas históricas. “Não é preciso muita coisa acontecer para termos um cataclismo financeiro. Não sabemos quando algo vai ocorrer e nem torcemos para que isso ocorra, mas a hora de ser prudente é agora”, diz o gestor...

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